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Conheça Natal

Atrações Turísticas - Natal - RN

Além de um belíssimo litoral, você ainda pode conhecer alguns dos pontos turísticos de Natal.


Praias


Da Areia Preta - Vizinha da praia dos Artistas, é boa para banho na maré baixa, quando se formam piscinas nas proximidades dos recifes. Tem calçadão e trechos para prática de esportes.

Barreira d'Água - É a praia onde se alinham os principais resorts, o que a torna tranqüila, quase exclusividade dos hóspedes. A partir dali, uma caminhada longa leva à praia de Ponta Negra.

Do Meio e dos Artistas - Mais freqüentadas por moradores do que por turistas, oferecem diversos tipos de banho, da calmaria das piscinas verdes diante dos recifes, na maré baixa, às ondas fortes para surfistas. Uma longa extensão de pedras faz explodir continuamente a espuma branquíssima. No calçadão, com trechos de grama, estão quiosques que fornecem cadeiras e guarda-sóis. Camelôs vendem churrasquinho, picolés, acetona para clarear os pêlos ao sol, bronzeadores baratinhos etc. Na praia dos Artistas, o comércio diante do mar reúne lan houses, casas noturnas, lanchonetes e um amplo centro de artesanato.

Do Forte - O nome vem da proximidade de uma das principais atrações de Natal, o Forte dos Reis Magos, incólume há 400 anos, já no encontro com o rio Potengi. A praia tem águas calmas, boas para mergulho, e longos trechos para caminhada, na maré baixa. Dali dá para seguir a pé até a Ponte de Todos Newton Navarro, inaugurada no final de 2007.

Pirangi do Sul e do Norte - Em Parnamirim. Pirangi do Sul é zona de pesca de lagosta e vizinha de Búzios, uma praia bonita e por vezes deserta, de mar aberto. De Pirangi do Norte partem passeios de barco, antes ou depois da visita ao 'maior cajueiro do mundo', atração turística com guia, exposição de fotos e mirante de 10 m de altura para a visão atordoante de uma copa com cerca de 8.500 m2. Um estranho mar de folhas verdes.

Ponta Negra - É a praia mais baladada e turística de Natal, com dezenas de opções de hospedagem e bons restaurantes, nas redondezas. Num dos extremos desponta a duna conhecida como Morro do Careca, que servia para a diversão do esquibunda e foi interditada para preservação ambiental. Tem calçadão, quiosques, área para ciclistas, duchas e demais confortos para um dia à beira-mar. E que mar.


Lagoas


Arituba - Em Nísia Floresta. Um ótimo recanto para passar uma manhã ou tarde. Além de mesas, cadeiras e guarda-sóis diante da lagoa, os restaurantes oferecem redes na varanda, e um variado cardápio de drinques, petiscos e refeições. Circundada por dunas cobertas de vegetação, a lagoa é bicolor: a parte clara (azul ou verde, dependendo da luz) é rasa, demarcada para banho, e a parte escura tem grande profundidade, mas são águas mansas, basta saber nadar para percorrê-la também. Pedalinhos de grandes rodas de metal flutuam sobre ambas as cores. Também tem caiaque. Não esqueça de levar óculos de natação ou snorkel, para aproveitar melhor a transparência da água. Marina Badauê inclui a lagoa de Arituba no pacote de um dia para o passeio de barco em Pirangi do Norte, tel: (0 XX 84) 3238-2066, www.marinabadaue.com.br

Genipabu - Em Extremoz. Em geral, os bugueiros levam os turistas para vê-la do alto das dunas, espremida entre paredões de areia e um ecossistema complexo que inclui uma frondosa vegetação, com cajueiros e manguezais. A descida até a água é íngreme e a subida, difícil: para banho, é melhor chegar na lagoa pelas estradas que levam à praia de Genipabu, ali perto. Nas dunas, a diversão fica por conta da presença dos jegues, que são alugados por seus donos para rápidos percursos. As selas estão puídas, mas alguns animais surgem com figurino de coroa de flores, e nomes inspirados: Gisele Bündchen (de cor cinza claro, supostamente a mais formosa) e Gabriela, ícones, enfim, da beleza nacional.

Jacumã - Em Ceará Mirim. A grande atração é o aerobunda: o turista se acomoda numa cadeira de tiras de pano, presa com roldana num cabo, e faz uma descida veloz até a lagoa. Com os pés para cima, para evitar o choque, a parte do corpo que primeiro bate na água é a bunda, daí o nome do brinquedo. Jangadas fazem o resgate e levam os banhistas para o trenó, que sobe novamente as dunas. Nos finais de semana, o movimento é intenso, com filas.

Pitangui - Em Extremoz. O lugar refresca só de olhar: as mesinhas e cadeiras do Bar da Lagoa estão dentro da água. Milhares de peixinhos circulam pelas pernas dos visitantes, na esperança de encontrar migalhas de mandioca frita, pastéis, camarão. Caiaque e aerobunda completam o cardápio de atrações.


Museus


Casa Café Filho - O potiguar João Café Filho (1899-1970) era vice de Getúlio Vargas quando o presidente cometeu suicídio, em 1954. 'Mas o Getúlio não gostava dele', confidencia a guia do museu, Maria José, depois de narrar os primórdios da vida pública do conterrâneo, como jornalista e sindicalista em Natal. O sobrado que abriga o museu desde 1979 foi sede do Sindicato dos Trabalhadores. Líder grevista, Café Filho foi perseguido pelas oligarquias locais nos anos 20 e, segundo a guia, fugiu para João Pessoa com roupa emprestada de um policial, após correr por muros e telhados. Uma fuga cinematográfica, quando mal havia cinema no Brasil. O acervo reúne documentos, fotos, medalhas, móveis do ex-presidente, e também sua biblioteca, onde reluzem, encadernadas, as obras completas de Eça de Queirós, de Rui Barbosa e também a literatura universal das Coleções Jackson, entre centenas de volumes. Rua da Conceição, 601, Cidade Alta, tel: (0 XX 84) 3211-4620.

Casa Câmara Cascudo - Por cerca de 40 anos, o professor e escritor Luís da Câmara Cascudo viveu com a família no sobrado que ainda abriga a sua diversificada coleção de arte, resultado de pesquisas e viagens pelo Brasil e pelo mundo. Ele viajou para a África em 1963, duas décadas depois de fundar a Sociedade Brasileira de Folclore. Av. Luís da Câmara Cascudo, 377, Cidade Alta, tel: (0 XX 84) 3222-3293.

Memorial Câmara Cascudo - 'Eu não tenho tempo para olhar a morte', registrou um dos intelectuais mais prolíficos do país, Luís da Câmara Cascudo (1898-1986), nascido em Natal. Cascudo preferiu gastar o tempo de vida escrevendo cerca de 130 livros, entre eles títulos fundamentais como Dicionário do Folclore Brasileiro, Literatura oral no Brasil, Civilização e Cultura, Geografia dos Mitos Brasileiros. O museu, criado em 1987, conta a sua história por meio de painéis, divididos por décadas de atuação, fotografias, primeiras edições da vasta obra, objetos pessoais e bonecos do folclore, como o lobisomem e o boitatá. Praça André de Albuquerque, 30, Cidade Alta, tel: (0 XX 84) 3201-6425.

Museu de Arte Sacra - No segundo piso, destacam-se pequenas esculturas policromadas, de madeira e terracota, várias delas com um pedacinho dos braços dos santos e santas arrancado. Segundo os guias, os fiéis arrancavam lascas das obras de arte como sinal de crendice. Painéis narram a vida do padre João Maria, que fundou o jornal Oito de Setembro, em Natal. No primeiro piso estão pinturas datadas apenas com o século de execução, oratórios de madeira e estolas de diferentes cores litúrgicas. O museu fica ao lado da Igreja de Santo Antônio, na rua Santo Antônio, s/n, centro, tel: (0 XX 84) 3211-4236.


Construções históricas


Centro de Turismo - A grande construção de formato quadrangular, com pátio no centro, concentra lojas de artesanato, restaurante e uma boate no subsolo, a Papion. O conjunto de dezenas de salas já funcionou como penitenciária e asilo. Nas noites de quinta-feira, o pátio costuma lotar para um show de forró, com bandas no palco e jovens bailarinos profissionais que enlaçam os turistas. Rua Aderbal de Figueiredo, 980, Petrópolis, tel: (0 XX 84) 3211-6149.

Forte dos Reis Magos - Não deixe de ir, mesmo que, estranhamente, não haja transporte público para a principal construção histórica da cidade, ou sequer um ponto de táxi para sair de lá, no encontro do rio Potengi com a Praia do Forte. Em forma de estrela, a fortaleza começou a ser erguida em 6 de janeiro de 1598, Dia de Reis. No século 17, os soldados portugueses sucumbiram diante da invasão de centenas de holandeses, que foram expulsos em 1654. Os guias contam histórias dramáticas de torturas de prisioneiros e também apresentam comandantes da época, como o capitão-mor Manoel Mascarenhas Homem e seu sucessor, Jerônimo de Albuquerque, salvo da morte pelos cuidados de uma índia. Algumas salas contêm painéis sobre tribos indígenas, família real e capitanias hereditárias. No piso superior, os canhões apontam para uma vista espetacular de Natal, banhada por águas verdes e azuis. No térreo, uma relíquia é o Marco de Touros, considerado o primeiro marco português fixado em terras brasileiras, em 1501. Av. Café Filho, s/n, Praia do Forte, tel: (0 XX 84) 3202-9006.

Ponte de Todos Newton Navarro - Foi inaugurada no final de 2007, depois de oito anos em obras. O nome homenageia um pintor e escritor potiguar. É melhor percorrê-la de manhã cedo ou no final da tarde, ou os seus 1.800 m de extensão sobre o rio Potengi vão parecer mais longos, sob o sol escaldante. Os 21 m de largura são divididos em pistas para automóveis, ciclistas e pedestres. No centro da ponte, a 108 m de altura, estão os principais mirantes para o Forte dos Reis Magos e o oceano, de um lado, e para o bairro da Ribeira, próximo ao centro de Natal, de outro.

Teatro Alberto Maranhão - A fachada de aberturas simétricas e cores claras evidencia os traços delicados da arquitetura de inspiração francesa, art noveau. Foi inaugurado em 1904, com o nome de Teatro Carlos Gomes, e reformado em 1912. No interior, o piso é belga e os espelhos são de cristal. Praça Augusto Severo, s/n, Ribeira, tel: (0 XX 84) 3222-3669.

Igreja de Santo Antônio - No interior da construção colonial do século 18, dois elementos chamam a atenção: o altar, ricamente entalhado na madeira, e os vários ventiladores de parede colocados logo abaixo dos quadros da via crúcis. Também é chamada de 'Igreja do Galo', por conta da famosa imagem portuguesa, disposta no alto da única torre. Rua Santo Antônio, s/n, centro, tel: (0 XX 84) 3211-4236.


Passeios


De barco - A partir do trapiche em Pirangi do Norte, os turistas são levados para mergulhar em piscinas junto a extensas formações de corais. São fornecidos óculos de mergulho para observar os peixes, as cavernas e a flora marinha, e sandálias para não cortar os pés. Anos atrás, o mesmo fundo do mar era mais colorido, mais piscoso. Em vez de flutuação, atualmente o que se vê são banhistas caminhando sobre os delicados corais como se estivessem sobre as dunas, sem qualquer apelo à preservação do local. O passeio dura cerca de duas horas e visita, de longe, as praias de Búzios, Pirangi do Sul e Barreira do Inferno. Marina Badauê, tel: (0 XX 84) 3238 -2066, www.marinabadaue.com.br.

De bugue - A aventura clássica para os que escolhem Natal como destino ainda obedece ao bordão 'com ou sem emoção'. Em dias com bastante vento, as dunas ficam mais lisas, favorecendo as piruetas dos bugueiros sobre as areias douradas. Em dias com pouco vento, sobram saliências e é melhor cautela, ou pouca emoção. O litoral norte, a partir de Redinha, no caminho para Extremoz, é a principal região dos passeios de buggy de quatro ou cinco horas de duração, com paradas para banho de mar e de lagoa, almoço, esquibunda e aerobunda. Nos sábados, domingos e feriados, o tráfego dos bugueiros é proibido em trechos da orla, fazendo-os percorrer as estradinhas dos vilarejos. Duas das agências autorizadas são Buggy Turismo, tel: (0 XX 84) 3091-0749, e Marazul, tel: (0 XX 84) 3219.2221.

De dromedário - São 17 animais que se revezam para carregar os turistas, dois de cada vez, na maior parte do tempo, em passeios de 15 ou 30 minutos pelas dunas de Genipabu. No espírito de reproduzir cenas do deserto do Saara, os turistas recebem pedaços de um figurino árabe, como véus, turbantes e diademas, o que garante algumas risadas antes da partida. Óculos escuros completam o visual. Os dromedários se deixam montar ainda deitados, e se erguem com esforço para levantar, nas selas duplas, mais de 100 kg. Leve dinheiro para a aventura: os bichos e seus guias ainda não aceitam cartão, nem barris de petróleo como pagamento. A infra-estrutura do entorno tem lojas de artesanato e pequenos quiosques para água de coco e bebidas; tel: (0 XX 84) 3225-2053, www.dromedunas.com.br

De helicóptero - Cartões-postais como o Forte dos Reis Magos, o Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, e as dunas de Genipabu estão no roteiro, além da Via Costeira, ponto de partida do passeio. Com a Natal Air, tel: (0 XX 84) 3219-0105


Parques e praças


Parque das Dunas - Com área de 1.172 hectares, foi a primeira área demarcada como unidade de conservação no Estado, em 1977. Parte de seu ecossistema, com 50 espécies nativas da Mata Atlântica, pode ser observado desde a Via Costeira, mas o principal acesso é do lado oposto, pelo Bosque dos Namorados, na av. Alexandrino de Alencar, no bairro Tirol. Possui anfiteatro para shows, trilhas orientadas, de 800 m a 4.400 m, centro de pesquisa, parque infantil, área de piquenique e mirantes. Na fauna estão sagüis, gambás, lagartos e morcegos, além de dezenas de espécies de aves; tel: (0 XX 84) 3201-3985, www.parquedasdunas.rn.gov.br

Praça das Flores - No bairro de Petrópolis, vizinha da avenida Afonso Pena, que concentra o Alameda Mall e várias boutiques. As flores são raras e a sombra, farta. Com um grande quiosque de comida árabe, aparelhos de ginástica, ponto de táxi e caixa eletrônico.

Parque Ma-Noa - Parque aquático com piscinas, cascatas, toboáguas, rio artificial, bar molhado, com estrutura também para passeios de catamarã e mergulhos em alto mar. Enseada Ponta dos Anéis, praia de Maracajaú, em Maxaranguape, tel: (0 XX 84) 3234-9321, www.ma-noa.com.br


Vida noturna


Forró - Programa já com duas décadas de tradição, o forró das quintas-feiras no Centro de Turismo incentiva os visitantes, por mais desajeitados que sejam, a dançar com um grupo de bailarinos profissionais, ao som de cantores e instrumentistas de fôlego (a função dura três horas). Poucos resistem aos apelos, embalados pela brisa da noite (a pista é no pátio, ao ar livre) e pela caipirinha. Entre dezenas de casais, há os novatos, que vão comemorar meia dúzia de passos e dois rodopios como se fosse um gol, e aqueles dançarinos de longa data, que vão flutuar na pista trocando frenéticos movimentos. Quando a moça joga o corpo para trás e fecha os olhos, não é cansaço: ela está pronta para levitar. Tão bonito quanto o tango, sem a dramaticidade do tango. Rua Aderbal de Figueiredo, 980, Petrópolis, tel: (0 XX 84) 3211-6149.

Ponta Negra - Na praia mais movimentada, várias casas noturnas se concentram na mesma rua, a Dr. Manoel Augusto Bezerra de Araújo. Estão lá o Taverna Pub - Medieval Bar, com programação variada de shows no subsolo do "castelo" (www.tavernapub.com.br), o Salsa Bar, com ritmos latinos e presença de dançarinos (www.salsabar.com.br) e o Sgt. PepperZs Rock Bar (www.sgtpeppers.com.br).

Praia dos Artistas - Não tem como não localizar o Roxy Bar: um violão do tamanho de dois dromedários grandes desponta sobre o teto de palha da casa de shows, que tem cadeiras de balanço no jardim da frente. A MPB rola de domingo a terça, o forró, às quartas. A poucos passos dali, também diante do mar, na avenida Presidente Café Filho, está o complexo de baladas formado por Chaplin Hall, Lounge Beach e Nyx Club, com capacidade para 1.500 pessoas; www.nyxclub.com.br. Ao lado, na Casa Portuguesa, num lugar de linda vista chamado Ponta do Morcego, o forró pé-de-serra agita as noites de sexta. Com entrada franca para mulheres universitárias.

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